Dono do Bahia entra em alerta com prejuízo bilionário nos cofres
O City Football Group (CFG) tem se destacado no cenário esportivo global por sua vasta rede de clubes, incluindo o Bahia, que recentemente se juntou ao conglomerado. Esta expansão trouxe expectativas elevadas entre os torcedores, especialmente no que diz respeito ao potencial de crescimento e sucesso financeiro. No entanto, a realidade financeira do grupo revela desafios significativos, com um prejuízo acumulado que desperta atenção.
Desde sua criação em 2013, o CFG registrou um déficit considerável, mesmo diante de receitas recordes. A temporada 2023/24, por exemplo, trouxe uma receita de 933,1 milhões de libras, mas o grupo ainda enfrenta um prejuízo histórico de 972,8 milhões de libras.
Quais são os fatores que contribuem para o prejuízo do City Football Group?
Um dos principais fatores que contribuem para o prejuízo do CFG é o aumento significativo nos custos operacionais, especialmente os relacionados ao pessoal. Na temporada 2023/24, os gastos com pessoal alcançaram 664,3 milhões de libras, representando um aumento de 56,4 milhões de libras em comparação ao ano anterior. Este aumento é atribuído, em parte, às novas aquisições de clubes como o Bahia e o Mumbai City, que ampliaram as despesas gerais do grupo.
Além disso, o CFG investe pesadamente no mercado de transferências, buscando talentos que possam fortalecer suas equipes e aumentar a competitividade. Esses investimentos, embora estratégicos, também contribuem para o aumento dos custos e impactam diretamente o balanço financeiro do grupo.
A expansão do CFG é uma estratégia central para o crescimento global da marca City. Atualmente, a rede inclui clubes como Manchester City, Girona, Palermo, Troyes, Lommel, New York City FC, Melbourne City, Yokohama Marinos, Shenzhen Peng City, Montevideo City Torque e Bolívar, este último como parceiro.