Grupo City surpreende e pode pagar milhões ao Santos
Embora Rogério Ceni tenha confirmado a baixa movimentação em função de novos reforços para o Bahia na próxima janela, o Grupo City tem trabalhado em favor de um outro plantel. De acordo com a imprensa internacional, o Manchester pode ser o novo destino de Rodrygo, atual ponta direita do Real Madrid.
Vivendo incertezas sob o comando do técnico Xabi Alonso, o brasileiro tem sido preterido desde a chegada do espanhol para ocupar o lugar de Carlo Ancelotti. Nesse ínterim, o Manchester City contatou os empresários de Rodrygo em função de sua contratação.
Caso a transferência seja sacramentada, o Santos será beneficiado. Isso porque o mecanismo de solidariedade da Fifa disponibiliza 2,5% do valor total da venda ao clube formador. Assim, o alvinegro torce para que o Real Madrid aceite se desfazer de seu cria.
Porém, é válido destacar que o Grupo City não é o único interessado no desembarque do jogador da Seleção Brasileira. Sobretudo, Paris Saint-Germain, Arsenal e equipes do Oriente Médio sonham com a contratação do ex-jogador do Santos.
Presente na Copa do Mundo de Clubes, o ponta somente atuou por 93 minutos durante cinco jogos sob o comando de Xabi Alonso. Em coletiva, o treinador desconversou, afirmando precisar do craque na próxima temporada. “Estou seguro que o Rodrygo pode voltar à sua melhor versão. Falei com ele e está com uma mentalidade positiva, com vontade e preparado para quando precisarmos dele”, disse.
Santos imerso em dívidas
Ainda que não tenha decretado seu destino no mundo da bola, Rodrygo será responsável por desafogar o Santos de dívidas antigas. Em resumo, o Arsenal foi o único time a sinalizar proposta de 90 milhões de euros (cerca de R$ 575 milhões na cotação atual) pela contratação do brasileiro.
Levando-se em conta os direitos do Santos, a ida do atacante à Inglaterra pode render ao alvinegro paulista uma bagatela de R$ 14,3 milhões. A título de curiosidade, apenas no primeiro trimestre de 2025, o Peixe apresentou déficit de R$ 37,4 milhões. Assim, a negociação do cria virou motivo de prece dos dirigentes.