Em 2024, o Ceará enfrentou um início de temporada desafiador na Série B do Campeonato Brasileiro. No fim de abril, o time alvinegro teve que lidar com a ausência de dois de seus principais atacantes na época, Erick Pulga e Saulo Mineiro, devido a lesões. Essas baixas impactaram diretamente a estratégia do técnico Vagner Mancini, que precisou ajustar a formação da equipe para a partida contra o Mirassol.
Erick Pulga, artilheiro do time na temporada até aquele momento, sofreu uma lesão muscular no adutor da coxa direita durante um treino. Sua ausência foi sentida pela equipe, que dependia de seu talento e capacidade de finalização. Saulo Mineiro, por sua vez, vinha se destacando como titular, mas uma lesão no reto femoral da coxa direita o afastou dos gramados. Ambos os jogadores não viajaram para São Paulo, onde o Ceará enfrentou o Mirassol.
Erick Pulga desfalcou o Ceará por lesão
Para enfrentar o Mirassol, Vagner Mancini optou por manter o esquema tático no 4-3-3, mesmo sem seus atacantes principais. A formação ofensiva foi composta por Aylon, Jorge Recalde e Facundo Castro. Essa decisão estratégica visava manter a competitividade do time, apesar das adversidades. A equipe titular para a partida foi escalada com Richard no gol; Raí Ramos, Matheus Felipe, David Ricardo e Paulo Victor na defesa; Richardson, Lucas Mugni e Lourenço no meio-campo; e o trio ofensivo mencionado anteriormente.
Sem Erick Pulga, o Mirassol superou o Ceará por 3 a 2. O time paulista quebrou uma sequência de quatro derrotas consecutivas ao abrir vantagem de 2 a 0 no primeiro tempo, com gols de Fernandinho e Gabriel.
Na volta do intervalo, o Ceará adotou uma postura mais agressiva e conseguiu igualar o placar com gols de Janderson e Aylon, marcados aos 21 e 23 minutos da etapa final. Quando tudo indicava que o confronto terminaria empatado, Danielzinho acertou uma bela cobrança de falta aos 37 minutos, garantindo a vitória para o time da casa. Já nos acréscimos, Matheus Felipe, do Ceará, foi expulso após receber o segundo cartão amarelo.